Apesar de o governo japonês estender o período de emergência para até o dia 31 de maio, as cidades de Shizuoka e Hamamatsu decidiram suspender as restrições impostas a restaurantes e permitir a abertura desses estabelecimentos a partir desta quinta-feira (7).

Ambas as cidades solicitaram que os restaurantes fechassem de 25 de abril a 6 de maio na tentativa de conter aglomerações e a consequente propagação do coronavírus. Como ajuda econômica aos comerciantes, os governos locais deverão pagar de 500 mil a 1 milhão de ienes à lojas e demais empreendimentos pelo fechamento prolongado.

Mesmo liberando os restaurantes, os prefeitos afirmaram em coletiva de imprensa, que os estabelecimentos deverão adotar medidas completas para evitar infecções, como por exemplo controlar a quantidade de clientes dentro dos espaços.

Shizuoka registrou até o momento 20 casos de coronavírus, enquanto que Hamamatsu foram apenas sete. Em toda a província foram notificados 73 casos da doença, e há cinco dias não surge novos casos.

Pelo menos 20 municípios da província de Shizuoka decidiram cancelar o pedido de licença, enquanto Nishiizu e Kawazu anunciaram que irão manter as restrições a restaurantes e demais espaços públicos e de entretenimento.

MEDIDAS DE CONTENÇÃO

A cidade de Shizuoka estabelecerá um centro de testes PCR no sistema drive thru em cada região da província até a metade do mês de maio. Como sistema de reserva da clínica, serão coletadas no máximo 60 amostras diariamente. Além disso, o número máximo de inspeções por dia, atualmente em 36, será aumentado para 100, informaram as autoridades.

Hamamatsu informou que continua os preparativos para a instalação de um centro de testes de PCR, quando deverá aumentar de dois para quatro o número de equipamentos para testes.