A associação a sindicatos criminosos japoneses caiu pelo 16º ano consecutivo em 2020, divulgou a Agência Nacional de Polícia na última semana.

Em 8 de abril, a agência informou que o número de membros nesses sindicatos era de 25.900 no final do ano passado – queda de 2.300 em relação ao ano anterior.

Por organização crimimosa, o Yamaguchi-gumi permaneceu o maior, com 8.200 membros, após perder 700 no ano anterior. Em segundo e terceiro lugar ficaram o Sumiyoshi-kai (4.200) e o Inagawa-kai (3.300), respectivamente.

A polícia avalia que o declínio constante no número de membros se deve à promulgação de legislação anti-gangues e repressão às atividades lucrativas das organizações.

“Estado de conflito”

No período avaliado, a agência de polícia informou que houve nove incidentes violentos entre o Yamaguchi-gumi e seu principal rival, o Kobe Yamaguchi-gumi.

Em janeiro do ano passado, as comissões de segurança pública de seis províncias, incluindo Aichi e Hyogo, classificaram a dupla como “em estado de conflito”. Em 10 províncias, a atuação das gangues é fortemente restrita.

“Vamos evitar a continuação dos incidentes para garantir a segurança dos cidadãos”, divulgou comunicado a agência.

Dificuldades do coronavírus

A Polícia Metropolitana de Tóquio revelou que os bares e restaurantes da capital estão agora mais relutantes em pagar o que é conhecido como mikajimeryo (ou “dinheiro de proteção”) devido às dificuldades provocadas pela pandemia do coronavírus.

Uma fonte investigativa disse ao jornal Sankei que pelo menos 20 desses estabelecimentos pararam de pagar às gangues.

Eles citaram “uma queda nas vendas devido à pandemia” como o motivo do não pagamento aos criminosos.

“Gostaríamos que [os estabelecimentos] nos consultassem sobre como aproveitar esta oportunidade para romper os laços com gangsters”, disse um representante da Polícia Metropolitana de Tóquio.

Fonte | Tokyo Reporter

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