O Japão teve a menor proporção de mulheres estudando ciências entre 36 países membros comparáveis ​​da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) em 2019, mostrou o último relatório anual da organização.

A OECD apontou a lacuna de gênero significativa do Japão nas áreas coletivamente denominadas STEM – ciência, tecnologia, engenharia e matemática – e disse que o país precisa inspirar as mulheres a buscarem esses estudos.

Entre os campos STEM, a proporção de mulheres ingressando nas ciências naturais, matemática e estatística no ensino superior no Japão era de 27%, muito abaixo da média da OCDE de 52%, de acordo com o relatório de 2021.

Divulgado em meados de setembro, o levantamento examinou a proporção de mulheres matriculadas no ensino superior em 2019, com o Japão relatando sua proporção para o ano fiscal de 2018, que terminou em março de 2019.

A Eslováquia teve a maior participação com 65%, seguida pela Polônia com 63%. A República Tcheca e a Lituânia ficaram com 60%.

O Japão ficou atrás da segunda menor Bélgica, onde a taxa era de 40%.

Em engenharia, manufatura e construção, a proporção de mulheres era de apenas 16% no Japão, enquanto a média da OECD era de 26%. A taxa mais alta foi de 39% na Islândia, seguida pela Polônia com 36% e Grécia com 33%.

GASTOS COM ENSINO

O Japão também ficou em último lugar entre 37 países comparáveis ​​da OECD em termos de quanto da riqueza nacional foi gasto em instituições educacionais em 2018.

O gasto público dedicado ao ensino fundamental para instituições de ensino superior foi de 2,8% do produto interno bruto no Japão e na Irlanda, enquanto a média da OECD foi de 4,1%.

A Noruega comprometeu-se mais, com 6,4%. Costa Rica e Islândia ficaram logo atrás, gastando 6,2% e 5,5%, respectivamente. Entre os outros países, a França gastou 4,5%, os Estados Unidos dedicaram 4,1% e o Reino Unido investiu 3,9%.

Entre 2012 e 2018, os gastos públicos e totais com educação primária à terciária aumentaram em média a uma taxa inferior ao PIB nos países da organização, com as exceções sendo Chile, Hungria e Islândia.

Fonte | Kyodo

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